Mostrando postagens com marcador 2010. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2010. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de dezembro de 2016

2010 - 6ª OBMEP - Menção Honrosa





Parabéns aos nossos estudantes que obtiveram Menção Honrosa na 6ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas!

BRUNNO GOMES DE SOUSA TERCEIRO

e

KAROLINE BENIGNO BORGES

Sucesso!

domingo, 28 de setembro de 2014

2010 - O limite para a liberdade

O poste é o limite.

Penso bem antes de ultrapassar os limites da minha liberdade; depois deles, começaram os problemas do bairro onde eu vivo.

Nele, os traficantes usam as crianças, chamadas "aviões", para entregarem suas "encomendas", pois sabem que se elas forem pegas, não serão presas e, se isso acontecer, ficam poucos dias. Mas se um adulto for pego, ele será preso.

Depois do poste, já houve três mortes de tiros e facadas. Que vê, fica quieto ou se muda, para não ser morto.

Um morreu por causa de jogo. Outro, por dívidas de drogas. E o último foi de overdose, a ponto de cair duro no chão, já morto. Morreu um dia antes de fazer dezoito anos.


Ainda bem que eu tenho um espaço entre a minha casa e o poste.


(Karoline Benigno Borges, 8ª série, 2010,
para a Olimpíada de Língua Portuguesa - Escrevendo o Futuro).

2010 - Meu bairro e minha rua são meus protetores

Meu bairro e minha rua são meus protetores

O lugar onde vivo é
meu bairro
Lauzane Paulista.

Não é um bairro luxuoso como
o Morumbi,
mas também,
viver no luxo não traz felicidade
como estar com amigos queridos.

Meu bairro
conhece pessoas,
me apresenta pessoas,
me traz diversão,
a curiosidade de aprender.

Minha rua
me acolhe,
me protege
como uma rocha protetora.

O lugar onde vivo
é pobre, mas gosto.
Não é limpo
como os rios de água cristalina.
Mas nem meu bairro, nem minha rua
reclamam dizendo:
— Somos infelizes! — ou
— Mantenham-nos mais limpos!

É simples, mas gosto.
E é o melhor lugar
Para alguém viver.


(Francielly Oliveira Fernandes, 5ª série, 2010
para a Olimpíada de Língua Portuguesa - Escrevendo o Futuro)





quinta-feira, 26 de setembro de 2013

2010 - Amar, viver, lutar, de Magno Henrique

Amar, viver, lutar
São coisas que na vida dá para alcançar
Então, por que não voar?
Voar para o mar, que tão lindo é.

Sentir a água balançar
Ver o sol nascer
São coisas que dá para descrever
Então, acho melhor viver.

Para que desperdiçar a vida brigando,
Se a aproveitamos melhor beijando?
E por que ficar xingando,
Em vez de dançando?

A única coisa que sei
É que adolescente sou,
E a única coisa que eu quero
É uma grande aventura com uma pitada de amor!


(Magno Henrique, 8º D/9º ano, 2010)

2010 - Como as estrelas no céu, de Carla de Souza

A minha vida é como as estrelas no céu:
Quando está brilhando, algo de bom está acontecendo.
Quando ela brilha, estou muito feliz!

Mas tem dias que as estrelas não brilham no céu,
Como tem dias que não estou feliz.
Como tem dias difíceis,
Dias que sentimos saudades de quem amamos...

Por isso, nunca podemos desistir!
Não podemos desistir dos nossos objetivos,
Pois as estrelas nunca param de brilhar.

É por isso que somos capazes de sorrir
De ser feliz,
Pois as estrelas não brilham todos os dias,
Mas elas nunca deixam de brilhar...



(Carla de Souza, 8º D/9º ano, 2010)


2010 - Uma reflexão, por Gustavo Oliveira

As flores brotam, depois murcham
As estrelas brilham, depois se apagam.
A vida de um ser humano
É um mísero piscar de olhos.

Neste curto espaço de tempo
Um ser humano ri, chora, alegra-se, entristece,
Alegra alguém, decepciona alguém.
Nós temos mais decepções do que alegrias.

Nós, humanos, temos muitas maneiras
De conquistar alegrias, felicidades.
Muitos buscam alegrias em dinheiro,
No amor, na religião.

Temos muitos futuros promissores.
Desejos que desejamos realizar.
Muitos deles são impossíveis de se realizar.
Mas, no final, todos abraçamos
O eterno sono da morte.


(Gustavo Oliveira, 8º A/9º ano, 2010)


domingo, 16 de junho de 2013

2010 - Minha Rosa, por Aline A. dos Santos

A minha vida é como uma rosa:
É linda mas, às vezes, é cheia de espinho.

Tem dias que ela é um mar de rosa,
Tudo está uma maravilha como
Estar no Playcenter, em um dia ensolarado,
Alegre, com minha tia e meus primos,
Como se eu estivesse em um
Conto de fadas, onde tudo é perfeito.

Tem dias que ela está cheia de espinho,
Momentos em que tudo dá errado como
Um dia nublado, infeliz,
Onde eu sou obrigada a vir para a escola
E ficar cinco horas olhando para a cara de pessoas inconvenientes,
Onde tenho que fazer tudo o que eu não quero.

Apesar de tudo, gosto da minha vida.
Gosto dos dois lados dela.
Gosto da parte da rosa,
Onde realizo meus sonhos.
E gosto da parte dos espinhos,
Onde enfrento obstáculos e me supero a cada dia.

Acho que tanto a parte da rosa quanto a dos espinhos são boas:
Pois uma vida só de alegria
Deve ser muito chata, com tudo perfeito...
E só obstáculos, sem diversão ou alegria,
Não deve ser fácil de viver, sem felicidade...
E por isso minha vida tem rosas e espinhos:
Assim posso ser feliz e superar os problemas que aparecem.


Aline A. dos Santos, 8ª série C (9º ano), 2010.




2010 - O Sonho da Felicidade, por Fabio Henrique Teixeira


O ser humano sempre buscou a felicidade
Desde o começo até o fim.
Para uns, a felicidade é o amor,
Para outros, é o dinheiro.
Para mim, é casa, carro e moto etc...

Mas, estou indeciso:
Para essas pessoas, esses bens são a felicidade...
Para mim, nem tanto...
Para mim, felicidade são coisas mais úteis:

Como o amor,
Como a família,
Como a vontade de fazer a paz.

Mas o meu sonho,
Sinceramente,
É achar a verdadeira felicidade.

Mas só vou achar a verdadeira felicidade
Quando eu morrer
Pois verei na glória o Criador.
Aí, sim, poderei falar:
"Verdadeira felicidade aqui pode encontrar".



Fábio Henrique Teixeira, 8ª série A (9º ano), 2010.

2010 - As fases da vida, por Carolina Faria Mendes

Minha infância
É como uma lagarta
Que vive por algum tempo
Aprendendo coisas novas

A minha adolescência
Não é mais uma lagarta:
É uma borboleta
Que voa mundo afora

As melhores fases são essas
Que vão acabando em poucos minutos
E a única coisa que resta de tudo
É a incrível saudade
Das velhas lembranças que eu vivi na vida.


Carolina Farias Mendes, 8ª série C (9º ano), 2010.


sábado, 25 de maio de 2013

2010 - O fantasma da máscara, de Victor Louis Stutz



O livro "O Fantasma da Máscara" é um livro muito legal, porque no começo e no meio tem bastante suspense e, no final, é muito engraçado.

Esse livro também ensina como fazer uma peça de teatro em casa ou na escola. O livro mostra que não precisa de figurinos sofisticados, iluminações caras... é só pegar roupas, objetos antigos e usar a imaginação!

A coleção "Escola em cena" fala que montar um teatro é fácil e muito divertido.

O livro conta a história de um menino, o Zeca, que compra para a irmã de presente de aniversário uma gaiola e um livro de um maestro que adorava ópera. E a irmã desse menino, a Belinha, abre o livro e lê tudo a respeito desse maestro Oliviê - e começa uma confusão mas, no final, tudo fica bem.

E eu gostei mais do final, porque é muito engraçado!


Débora Mimória Chagas, 5º ano (4ª série), 2010.


2010 - O pequeno mundo onde eu vivo, de Rayllon Mendes

Quando penso no lugar onde eu vivo, logo penso em São Paulo, a maior cidade da América do Sul. Tão grande e tão bela. Mas se for analisar, eu não vivo em São Paulo, mas sim no meu bairro, já que mesmo morando em São Paulo desde que nasci, não posso afirmar que conheço minha cidade por completo.

Mas meu bairro já é outra história. Meu bairro é um lugar bem povoado, animado, movimentado... Espera aí! Eu também não vivo no meu bairro, já que não falo com ninguém de lá e mal tenho amigos (na verdade, tenho um e meio, já que o segundo é uma criancinha) e não passeio muito por ele.

Então, eu vivo na minha casa! É claro, já que é o lugar onde mais fico (mesmo fazendo só três anos que moro lá). É o lugar onde mais gosto de estar, onde durmo e brinco...

Mas novamente paro e reflito. Na realidade, eu vivo no meu quarto, o lugar onde tudo sobre mim acontece, onde guardo meus segredos mais sombrios, onde faço minhas viagens imaginárias e mergulho profundamente nos meus pensamentos loucos. Sim! O meu quarto é o lugar onde eu realmente vivo. É o meu mundo, o lugar onde leio, estudo, ouço música e até, de certa forma, conheço São Paulo. Não de uma forma real e direta, mas sim, de uma forma virtual, pois já perdi a conta do número de vezes em que fiquei horas na frente do computador pesquisando não só sobre São Paulo, mas também sobre o mundo todo, ou seja, eu "conheço" o mundo.

Um dia, espero sair desse pequeno mundo onde somente eu vivo, que é o meu quarto e possa conhecer verdadeiramente o mundo.


Rayllon R. Mendes, 9º ano (8ª série), 2010.


2010 - A Aventura do Teatro, de Maria Clara Machado

          



          O livro fala de como o teatro funciona, e que o teatro não é só decorar um texto e pronto. Ele fala também que os atores e atrizes têm que ter muito preparo para fazer teatro, tem que ter atitude e muita dedicação. Ele fala que quando estamos fazendo um espetáculo, temos que ter a expressão boa, para que as pessoas que estão vendo a peça entendam o que queremos passar. Os atores e atrizes usavam máscaras para ilustrar as expressões no teatro antigo.
          Para se fazer um peça de teatro, é preciso de uma história, alguns atores e um palco. O palco pode ser como aqueles que a gente vê na TV, um lugar bem grande e com cortinas que abrem antes do espetáculo acontecer; ou até mesmo um lugar grande onde possa ter espaço para se realizar uma peça de teatro. Para se fazer uma peça de teatro, o diretor escolhe os atores e distribui as falas e o roteiro, para que os atores possam estudar e ensaiar a forma de se comportar no palco ou até mesmo entrar em seu papel.
          O livro explica como e onde se faz uma peça de teatro e explica também a forma que os atores tem que se preparar, tanto na expressão do rosto quanto na fala e na expressão do corpo, para que o espetáculo pareça muito natural. Fala também da colocação dos atores no palco, da iluminação, da música, e até de como fazer a propaganda da peça.

Maristela Aguiar Santana, 5º ano (4ª série), 2010.



2010 - Aprendendo a viver!, de Débora Flores Toledo

Adolescência:
A idade da euforia!
Sempre queremos
Fazer de tudo um pouco,
Mas sempre há
Um adulto chato
Para nos impedir.

Por que não posso
Fazer o que quero?
Afinal, já sei tomar
Decisões sozinha!
Por que não posso
Cuidar da minha
Própria vida?

Mas, lá na frente,
Quando virar
Um daqueles adultos chatões,
Vou dizer:
"Obrigada, mãe",
"Obrigada, pai",
Por me fazerem ser
A pessoa que sou!



Débora Flores Toledo, 9º ano (8ª série), 2010.

2010 - Adolescendo, de Débora Flores Toledo

Adolescência:
Uma palavra tão difícil de explicar.
Tem vários significados,
Mas, mesmo assim,
Fica ruim.

Às vezes, parece um monte
De reticências...
Nunca tem fim...
Sempre com o gostinho
De quero mais...

Outras vezes,
É um ponto de exclamação!
É uma caixinha de surpresas!
Vendo cada dia
Algo de surpreendente acontecer!

Para muitos adolescentes,
É um grande ponto de interrogação.
Sempre temos dúvidas:
O que está acontecendo?
Como será? E por quê?

Mas, uma coisa eu sei:
APROVEITAR
Essa idade é muito bom.
Penso que tudo posso fazer!



Débora Flores Toledo, 9º ano (8ª série), 2010.

2010 - Garotinha..., de Ingrid Souza

Garotinha cheia de sonhos,
que pensava viver um conto de fadas,
que acreditava em princesas
que enxergava o mundo cor-de-rosa.

Garotinha cheia de desejos,
que às vezes quer voltar no tempo
Só para consertar o que errou no passado;
Só para apagar da memória as falhas cometidas.

Garotinha cheia de planos,
que vive dia após dia tentando ser feliz...
Que acredita que a vida é uma escola...
E nesse escola, ainda é aprendiz.

Garotinha que deseja fazer tudo do seu jeito,
acreditando e lutando pelos seus ideais.
Que acredita que os elogios enfraquecem
e as críticas fortalecem.

Garotinha que não consegue, nunca,
parar de sonhar,
esquecer de planejar,
enjoar de desejar.

Essa garotinha sempre acreditou
que um sonho pode se materializar,
um plano se concretizar,
e um desejo se realizar!



Ingrid F. de Souza, 9º ano (8ª série), 2010.


quarta-feira, 24 de abril de 2013

2010 - Menina Esperança, por Talita Barbosa


Menina Esperança


Tesouro escondido na mina
A alegria que me dá, não tem quem sinta.
Leveza de suas palavras contagia a todos.
Intimidade nunca fica, pois nela mesmo confia.
Triunfadora sua vida; profundo seu olhar.
Assim, lá vai ela, a menina cheia de sonhos e fantasias,
                cuja maior coisa que tem,
                é sua esperança e sua magia.


Acróstico produzido por Talita Barbosa, 8º ano (7ª série), 2010.