No dia 10 de setembro, estudantes convidados participaram de um Workshop de Desenho ministrado por Gustavo Oliveira, ex-aluno de nossa escola.
Na ocasião, Gustavo falou um pouco de sua experiência profissional, das possibilidades de uma carreira em Artes Gráficas e de como é o curso de Design Gráfico.
Os alunos tiveram a oportunidade de conversar sobre a construção de um portfólio e como pesquisar referências na internet. Além disso, fizeram um exercício prático de construção de personagem.
Agradecemos imensamente ao Gustavo por essa oportunidade única!
sábado, 12 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
2015 - 1º Colóquio Ditadura Militar e Direitos Humanos
No dia 31/08/2015 aconteceu na Sala de Informática o 1º Colóquio "Ditadura Militar e Direitos Humanos" da EMEF Marcos Mélega, contando a presença com professores da casa e convidados.
Na ocasião, os estudantes do nono ano tiveram a oportunidade de ouvir depoimentos e estudos sobre o assunto.
Nossa estudante Juliana Oliveira Silva escreveu um texto a respeito:
O 1º Colóquio "Ditadura Militar e Direitos Humanos da EMEF Marcos Mélega contribuiu grandemente para ampliar a visão política e social de todos ali presentes.
É muito importante falar sobre um fato como esse, que marcou a história de um país, porém, que não é citado popularmente.
No Colóquio foram apresentados diversos pontos de vista e fatos até então desconhecidos de muitos. Os números assustam e o fato de não poder lutar ou ser exilado de seu próprio país é desumano.
Os testemunhos apresentados no Colóquio ajudaram todos a entender o ponto de vista de quem realmente viveu e presenciou tal situação.
Esse evento contribuiu para termos noção do que foi o Brasil em 1964, e o que é o Brasil no ano de 2015.
"Quando perdemos a capacidade de nos indignarmos diante das atrocidades sofridas por outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados". Vladimir Herzog.
Na ocasião, os estudantes do nono ano tiveram a oportunidade de ouvir depoimentos e estudos sobre o assunto.
Nossa estudante Juliana Oliveira Silva escreveu um texto a respeito:
O 1º Colóquio "Ditadura Militar e Direitos Humanos da EMEF Marcos Mélega contribuiu grandemente para ampliar a visão política e social de todos ali presentes.
É muito importante falar sobre um fato como esse, que marcou a história de um país, porém, que não é citado popularmente.
No Colóquio foram apresentados diversos pontos de vista e fatos até então desconhecidos de muitos. Os números assustam e o fato de não poder lutar ou ser exilado de seu próprio país é desumano.
Os testemunhos apresentados no Colóquio ajudaram todos a entender o ponto de vista de quem realmente viveu e presenciou tal situação.
Esse evento contribuiu para termos noção do que foi o Brasil em 1964, e o que é o Brasil no ano de 2015.
"Quando perdemos a capacidade de nos indignarmos diante das atrocidades sofridas por outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados". Vladimir Herzog.
(Juliana Oliveira Silva, 9º ano, 2015).
Agradecemos imensamente:
À Gestão da nossa escola, pelo grande apoio.
Aos estudantes, pela confecção dos cartazes.
Ao Matheus Henrique, pela concepção do logotipo.
Aos professores Cássia, Elaine, Grenaldo e Priscila, pela participação antes, durante e depois do evento.
Às professoras convidadas Daniela, Iêda e Maria Inês, pelas contribuições valiosíssimas.
Ao professor Elvis Roberto pela concepção do evento.
A todos os estudantes que compareceram!
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
2015 - Véi, na boa... - Opiniões de estudantes dos quintos anos
Ontem na minha escola teve uma apresentação chamada "Véi, na boa..."
Quem apresentou foi um ator e uma atriz. No começo se apresentaram e eles mostraram o que pensam as meninas e o que pensam os meninos; e o que pensam os dois.
Depois eles mostraram uma caixinha e as crianças e os adolescentes tinham que adivinhar o que tinha dentro. E sabem o que tinha dentro? Era uma caneta e um caderno!
Eles também falaram da história do Charlie Chaplin. Essa história é muito triste.
Eles falaram de outras histórias tristes também. E depois falaram de coisas mais alegres.
(Kailane, 5º ano, 2015).
Eu gostei muito; é engraçado e divertido. Também tinha umas histórias tristes, mas era legal. Tinha umas brincadeiras engraçadas, me fez rir e quase chorar.
Até agora eu estou lembrando da apresentação. Tem uma história que ele fala que quando era criança, empurrou a professora e dias depois ele viu sua professora em uma cadeira de rodas no mercado e foi pra casa triste e arrependido do que fez. Só que ele decidiu visitá-la em casa e ela deixou-o entrar e ele pediu desculpas. E ela falou para ele contar essa história para todos, para que antes eles pensem duas vezes antes de fazer essas coisas.
(Aline Amaral, 5º ano, 2015).
Véi, na boa, o teatro foi muito legal. Principalmente na hora de adivinharmos o que tinha na caixa do futuro. As dicas eram: saudável e algo que nos ajuda pro futuro. Eu imaginava que era um lápis e um papel, então a Samara gritou:
- Pirulitoooooo!
Então a atriz disse:
- Pirulitoooooo!
Então a atriz disse:
- É um lápis e uma caneta. E eu acertei!
Eu acho, pelo o que entendi, o teatro é como uma lição de vida divertida.
O ator contava uma história e a atriz contava outra. Eles eram bem legais, inclusive no... "cala a boca"!
O ator contava uma história e a atriz contava outra. Eles eram bem legais, inclusive no... "cala a boca"!
Nossa, foi muito divertido!
(Thays, 5º ano, 2015).
Orientação das redações: professora Ângela.
2015 - Véi, na boa... - Resenha de Ricardo Moysés
No dia 10/08/15, recebemos em nossa escola uma
companhia de teatro que encenou a peça "Véi, na boa", na qual aconteceram
várias coisas.
Contou-se a história de algumas pessoas
famosas, teve bastante piada e também contou o que se passa na cabeça de uma
garota e de um garoto.
Na minha opinião, a peça foi muito boa,
engraçada, divertida e animada. Valeu muito a pena cada segundo.
A única coisa que me incomodou um pouco foi o ator,
pois ele gritava bastante, mas tirando esse fato, a peça foi boa. Eles
interpretavam bem, o cenário ficou muito bonito e bem organizado, e o público
cooperava bastante. A história que eu amei foi a de Charlie Chaplin.
A escola deveria, com certeza, trazer mais
peças desse gênero, pois valeu muito a pena. Assistir ao teatro na escola é bom,
tira um pouco o "estresse" do dia, distrai um pouco. Eu aprovo mais
peças na escola.
(Ricardo Moysés, 8º ano, 2015).
domingo, 14 de junho de 2015
2015 - Festa Junina
Nossa escola agradece a todos que colaboraram de alguma forma com a nossa Festa Junina!
Ficamos felizes com a presença de nossos queridos alunos e ex-alunos, professores e ex-professores, funcionários e ex-funcionários!
Foi por causa da presença e colaboração de vocês que a festa foi tão linda!
Obrigado!
#arraiádomélega2015
Confira muitas fotos aqui:
Festa Junina 2015
https://photos.google.com/album/AF1QipNGsZhc0aD9Omt5D7JPK8cqG5zu8XPlS17gBVrF
#arraiádomélega2015
Confira muitas fotos aqui:
Festa Junina 2015
https://photos.google.com/album/AF1QipNGsZhc0aD9Omt5D7JPK8cqG5zu8XPlS17gBVrF
terça-feira, 19 de maio de 2015
2015 - Concurso de Desenho "Meu Personagem de Desenho Animado Favorito"
O Grêmio "Rodrigo Simões da Silva" tem promovido algumas ações em nossa escola. Uma das mais recentes foi o Concurso de Desenho "Meu Personagem de Desenho Animado Favorito".
Os prêmios foram entregues pelos próprios estudantes do Grêmio. Veja como foi:
1º lugar do Ciclo Alfabetizador - Stanley
2º lugar do Ciclo Alfabetizador - Maria Elena
3º lugar do Ciclo Alfabetizador - Arthur
1º lugar do Ciclo Interdisciplinar - Eduarda
2º lugar do Ciclo Interdisciplinar - Nathaly
3º lugar do Ciclo Interdisciplinar - Heloísa
1º lugar do Ciclo Autoral - André
2º lugar do Ciclo Autoral - Larissa
3º lugar do Ciclo Autoral - Luany
Parabéns a todos que participaram do Concurso!
E parabéns aos membros do Grêmio pela iniciativa!
segunda-feira, 4 de maio de 2015
2015 - Visita à CET
Vários estudantes de nossa escola fizeram uma visita à CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), que promove uma ação educativa a respeito de mobilidade urbana e deslocamento humano em áreas públicas.
O propósito das atividades é a conscientização para um trânsito mais humano e mais seguro.
Para isso, os alunos participaram de vivências e jogos.
Certamente uma experiência importante na formação de todos!
Agora, todos os alunos serão desafiados a produzirem desenhos com o tema "Juntos por um trânsito mais saudável", no Projeto Desenhaço CET.
Os trabalhos de todos os nossos educandos serão enviados ao 7º Prêmio CET de Educação de Trânsito e concorrerão a diversos prêmios.
Resta-nos ficarmos na torcida para que algum de nossos trabalhos sejam selecionados.
Saiba mais no: http://cetsp1.cetsp.com.br/premiocet/
Certamente uma experiência importante na formação de todos!
Agora, todos os alunos serão desafiados a produzirem desenhos com o tema "Juntos por um trânsito mais saudável", no Projeto Desenhaço CET.
Os trabalhos de todos os nossos educandos serão enviados ao 7º Prêmio CET de Educação de Trânsito e concorrerão a diversos prêmios.
Resta-nos ficarmos na torcida para que algum de nossos trabalhos sejam selecionados.
Saiba mais no: http://cetsp1.cetsp.com.br/premiocet/
sexta-feira, 1 de maio de 2015
2015 - Leituraço da Cultura Indígena
De 27 a 30 de abril, promovemos em nossa escola o Leituraço da Cultura Indígena. A atividade consistiu em lermos lendas, contos e mitos indígenas para todos os alunos da nossa escola.
Para coroar o Projeto, por iniciativa das alunas do Projeto AdoLêSer, os primeiros anos ensaiaram uma dança para uma canção que trata do assunto.
Parabéns a todos os envolvidos no Leituraço!
Parabéns às alunas do AdoLêSer!
E um parabéns especial aos primeiros anos!
Ficou lindo!
sábado, 18 de abril de 2015
2015 - Um passeio divertido, interativo e educativo. Por Emanuella Fernandes.
Assim que desembarcamos do ônibus, adentramos o parque da Juventude. Lá, vimos a "aranha" com pedras, que o
professor, brevemente, explicou o seu significado. Também conseguimos ver o
presídio feminino.
Depois, na entrada da biblioteca do Parque da
Juventude, fizemos uma fila em frente da mesma, nos dividimos em dois grupos,
sendo assim: o primeiro iria fazer a carteirinha e o segundo que foi conhecer a
biblioteca. Nunca tinha ido em uma biblioteca, e acho que a maioria das pessoas
também não.
Conhecemos alguns livros para as pessoas que têm deficiências, sendo
elas auditiva, visual e física.
Depois nossa instrutora deixou nós escolhermos
um livro para ler; algumas pessoas jogaram um jogo de tabuleiro com ela, ou
quem quisesse mexer nos computadores podia também.
Depois que saímos da biblioteca, fomos visitar a
ETEC de Artes, que fica ao lado. A coordenadora da escola nos mostrou várias
salas de lá e todos ficaram surpresos, pois tinha gente cantando e dançando para
todo o lado.
Saímos da ETEC e fomos fazer um piquenique.
Compartilhamos nossa comida e depois fomos jogar um jogo ao ar livre. Alguns
meninos jogaram futebol. As meninas jogavam vôlei. Acabamos nosso piquenique e
entramos no ônibus.
Chegando ao Memorial da Resistência, tivemos
que esperar até dar nosso horário que estava agendado. Novamente nos separamos
em dois grupos, para poder observar e refletir sobre as obras de arte. No
horário, descemos de volta, e ainda em dois grupos, fomos visitar o DEOPS, que
era uma delegacia onde ficavam presas as pessoas que eram contra o governo.
Escutamos depoimentos de pessoas que foram presas lá. Elas falavam como era a
ditadura naquela época. Os depoimentos foram escutados dentro de uma cela, que
foram reformadas. Depois fomos para o lugar onde os presos tomavam o
"banho de sol". Era estreito e pequeno. Voltando para dentro do DEOPS,
vimos a linha do tempo, que mostrava todas as guerras, conflitos, greves e
presidentes da época.
Assim foi nosso passeio: divertido, interativo
e educativo.
(Relato de Emanuella Fernandes, 9º ano, 2015).
sexta-feira, 20 de março de 2015
2009 - Formatura - Discurso da Oradora da Turma
Direção, Professores, Funcionários,
Colegas e Pais, boa noite!
Gostaria de agradecer, primeiramente, a todos que
votaram em mim para apresentar a turma neste dia tão especial. Obrigada!
É com muita satisfação que nos reunimos nesta noite
para realizar a tão sonhada e conquistada formatura.
Desde pequenos, pessoas muito especiais já trilhavam
nosso caminho: nossos pais! Aqueles que sempre se preocuparam e se preocupam
com a nossa felicidade, que para eles é o maior bem que possuem.
A primeira risada, os primeiros passos, a tão esperada
primeira palavra, que sempre era disputada: a mãe dizia que primeiro iria falar
“mamãe” e o pai, “papai”. Era uma briga, mas o que eles queriam mesmo era ver o
tesouro deles bem.
O primeiro dia de aula, o coração apertado: o filho
estava crescendo. Caminhando para a primeira etapa escolar, era a preparação
para o mundo! Cada dia que passava, a ansiedade aumentava em saber que a cada
minuto cedia o filho a uma vida própria. Mas a felicidade é sempre companheira
e confortadora. Companheira porque todos os dias os filhos traziam para casa
uma nova aprendizagem. E, confortadora, porque sabiam que enquanto estavam
ausentes, anjos muito competentes cuidavam dos filhos: nossos queridos
professores.
Esses que hoje estão aqui conosco e os
que, depois de um ano de muita luta, não vimos mais, mas sabemos que têm um
lugar reservado em nossos corações. Professores, denominados como “sábios”,
“mestres” e “amigos”.
Aqueles que, juntamente com os pais,
nos ensinaram a ler, a escrever, a interpretar, não apenas aquilo que estava
explícito, mas sim como dizem “nas entrelinhas”. Entender não era tarefa fácil,
por isso sempre arranjavam uma maneira simples de explicar a lição que
levaríamos para toda a vida.
É com muita satisfação que agradecemos
a vocês, professores, mestres, educadores, que nos ensinaram que a vida é um
presente e que aprender e ensinar é uma dádiva.
Agora, irei falar do ponto-chave da
formatura: nós!
O valor das coisas não está no tempo
que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, como disse o
poeta Fernando pessoa, “existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e
pessoas incomparáveis”.
Passamos em média oito anos de nossas
vidas aqui, nesta escola, que chamamos de Marcos Mélega – e que todos os anos
recebe novas histórias e dá adeus a pessoas que ajudaram, se formaram. Mas,
guarda com ela o momento de cada uma. Lembranças que jamais serão esquecidas,
dentre elas existem os anjos, nossos amigos, aqueles que levaremos para a vida,
não importa como: longe ou perto, que veremos todos os dias ou uma vez por ano,
ou até mesmo que não veremos nunca mais. Pessoas que ajudaram a construir
nossas identidades, independente da maneira, formato, do jeito, que vai desde o
mais doce e sensível até o tipo “general” e grosso.
O que importa não é o jeito – e sim o
conteúdo do carinho que passamos às pessoas que amamos. São elas que nos
aguentam todos os dias, com o pior ou melhor humor. Elas que nos dão conselhos,
“puxões de orelha”, alegria, discernimento, sabedoria, atitudes e vai...
São com elas que temos as melhores
brigas, mas também as melhores reconciliações.
Amigos que nos ajudam a chorar, a se
alegrar, a viver momentos complicados, tanto familiares como aqueles que alguns
viveram há poucos dias: o vestibulinho, preparação para o futuro, a carreira.
Escola, para muitos, é a segunda casa,
a segunda família. É aqui que passamos a maior parte dos nossos dias e é deste
recinto que sentiremos eternamente saudade. Foi aqui que aprendemos a ser gente
competente, responsável, inteligente; não importa como, o tempo que levou – se
foi desde o primário ou como alguns, uma semana atrás, quando passaram pelo
medo da repetência.
De uma coisa estamos convictos:
levaremos esta escola, que é muito mais do que uma unidade escolar, é uma
academia de cidadãos, uma família, para a eternidade, para todo o sempre.
Queremos agradecer aos pais, porque,
sem eles, nada disso estaria acontecendo. Aos professores, que se empenharam
para tudo isso acontecer. E aos funcionários que organizaram essa colação de
grau com todo carinho. E à comissão de formatura, composta por alguns alunos,
pois sem eles esta linda festa não estaria maravilhosa e criativa.
Obrigada!
Izabele Neves
Oradora da Turma de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2015
2015 - Jornal Matinal - Tuberculose
Está no ar o Jornal Matinal, tratando de um assunto muito sério: tuberculose.
Assista!
Assista!
2015 - Bom dia, Brasil! - Tuberculose
Está no ar o Bom Dia, Brasil!
E o assunto de hoje é muito sério: tuberculose!
Assista!
E o assunto de hoje é muito sério: tuberculose!
Assista!
2015 - Você Sabia? - Tuberculose
Está no ar o "Você Sabia?"
O tema de hoje é tuberculose!
Fique ligado!
O tema de hoje é tuberculose!
Fique ligado!
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
2014 - Feira Cultural
Em 29 de novembro de 2014 aconteceu nossa Feira Cultural.
Na ocasião foram expostos trabalhos desenvolvidos ao longo do ano, bem como os TCAs (Trabalho Colaborativo de Autoria).
Parabéns a todos os envolvidos! Nossa Feira Cultural foi um sucesso!
Confira as fotos aqui:
https://plus.google.com/u/0/photos/116374809263244748477/albums/6087491215364322337
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
2014 - Por que 20 de novembro é o Dia da Consciência Negra?
A escolha dessa data não foi por acaso: em 20
de novembro de 1695, Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo, foi morto em uma
emboscada na Serra Dois Irmãos, em Pernambuco, após liderar uma resistência que
culminou com o início da destruição do Quilombo dos Palmares.
Zumbi nasceu no Quilombo dos Palmares e foi
capturado, ainda menino, pela expedição de Brás da Rocha Cardoso, em 1655.
Então, foi entregue ao Padre Antônio Melo, que o batizou com o nome de
Francisco, alfabetizou-o e lhe ensinou latim.
Inconformado com sua condição de
escravo, Zumbi fugiu e retornou a Palmares. Depois que Ganga Zumba aceitou o
acordo proposto pelo governador de Pernambuco, Zumbi permaneceu em Palmares e
assumiu sua liderança. Posteriormente, traído por um companheiro, foi morto
numa emboscada em 20 de novembro de 1695.
Assim, celebrar o Dia Nacional da Consciência
Negra nessa data é uma forma de homenagear e manter viva em nossa memória a
figura histórica do general Zumbi, bem como valorizar nossas próprias raízes
negras: raízes de um povo que nos ensinou a lutar, a resistir, a ter força e
coragem, para que verdadeiros ideais e valores fossem preservados, apesar de
todas as adversidades sofridas.
domingo, 28 de setembro de 2014
2010 - O limite para a liberdade
O poste
é o limite.
Penso
bem antes de ultrapassar os limites da minha liberdade; depois deles, começaram
os problemas do bairro onde eu vivo.
Nele,
os traficantes usam as crianças, chamadas "aviões", para entregarem
suas "encomendas", pois sabem que se elas forem pegas, não serão
presas e, se isso acontecer, ficam poucos dias. Mas se um adulto for pego, ele
será preso.
Depois
do poste, já houve três mortes de tiros e facadas. Que vê, fica quieto ou se
muda, para não ser morto.
Um
morreu por causa de jogo. Outro, por dívidas de drogas. E o último foi de
overdose, a ponto de cair duro no chão, já morto. Morreu um dia antes de fazer
dezoito anos.
Ainda
bem que eu tenho um espaço entre a minha casa e o poste.
(Karoline Benigno Borges, 8ª série, 2010,
para a Olimpíada de Língua Portuguesa - Escrevendo o Futuro).
2010 - Meu bairro e minha rua são meus protetores
Meu bairro e minha rua são meus protetores
O lugar onde vivo é
meu bairro
Lauzane Paulista.
Não é um bairro luxuoso como
o Morumbi,
mas também,
viver no luxo não traz felicidade
como estar com amigos queridos.
Meu bairro
conhece pessoas,
me apresenta pessoas,
me traz diversão,
a curiosidade de aprender.
Minha rua
me acolhe,
me protege
como uma rocha protetora.
O lugar onde vivo
é pobre, mas gosto.
Não é limpo
como os rios de água cristalina.
Mas nem meu bairro, nem minha rua
reclamam dizendo:
O lugar onde vivo é
meu bairro
Lauzane Paulista.
Não é um bairro luxuoso como
o Morumbi,
mas também,
viver no luxo não traz felicidade
como estar com amigos queridos.
Meu bairro
conhece pessoas,
me apresenta pessoas,
me traz diversão,
a curiosidade de aprender.
Minha rua
me acolhe,
me protege
como uma rocha protetora.
O lugar onde vivo
é pobre, mas gosto.
Não é limpo
como os rios de água cristalina.
Mas nem meu bairro, nem minha rua
reclamam dizendo:
— Somos infelizes! — ou
— Mantenham-nos mais limpos!
É simples, mas gosto.
E é o melhor lugar
Para alguém viver.
(Francielly Oliveira Fernandes, 5ª série, 2010
para a Olimpíada de Língua Portuguesa - Escrevendo o Futuro)
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