Recordar é viver!
Fotos da Formatura do PROERD ocorrida em 2006.
terça-feira, 28 de junho de 2016
2006 - Pintura dos Muros da Escola
Recordar é viver!
Fotos da pintura do muro da nossa escola, há dez anos.
Na época foi feita a escolha do melhor desenho de cada classe, para que fosse transposto ao muro.
Alunos e professores participaram!
Fotos da pintura do muro da nossa escola, há dez anos.
Na época foi feita a escolha do melhor desenho de cada classe, para que fosse transposto ao muro.
Alunos e professores participaram!
2006 - Escrevendo o Futuro - O Lugar onde Vivo
Recordar é viver!
Fotos da premiação dos alunos que participaram do Projeto Escrevendo o Futuro, que culminou na Olimpíada de Língua Portuguesa.
Em virtude do Prêmio Escrevendo o Futuro, da Fundação Social Itaú, as quintas séries participaram de um concurso de poemas. O tema era "O lugar onde vivo".
Além da premiação, editamos uma coletânea com as melhores produções.
Kleber lendo seu poema.
Kleber e professora Hilda Chiuffa.
Alana e professora Shirlei.
Thaynã e professora Clotilde.
Alexandre e professora Teresa Cristina.
Marco Antonio e professora Hilda.
Renato e professor José Carlos.
Joyce e professora Shirlei.
Brunna e professora Lígia.
Leonardo e professora Fabíola.
Anielly e professora Márcia.
Dilliany e professora Clotilde.
Mayara e professora Elaine.
2006 - Feira Cultural
Recordar é viver!
Fotos da Feira Cultural de 2006!
Trabalho dos alunos da professora Heloísa (História).
A Professora Vanilda trabalhou o tema "África" com seus alunos.
Professores Rita e Marcelo (POIEs) trabalharam autorretratos feitos no computador.
Apresentação de dança cuja temática era o Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato.
Alunos do 5ºD dançando "Mulher Rendeira", em virtude do trabalho desenvolvido com a obra "Lampião & Lancelote", de Fernando Vilela.
domingo, 19 de junho de 2016
2009 - Amigos por acaso, de Thaynã Rodrigues Lopes
Um certo dia, ou melhor, um
“horrível” dia, eu estava triste, decepcionado com alguns fatos que tinham
acontecido em minha vida.
Com esse aperto no peito,
decidi-me ir embora para a minha casa. Dirigindo-me à estação, avistei de longe
um homem.
Ele parecia ansioso e com pressa.
Estava com sua bagagem entre suas pernas, não parava de se mexer, olhava de um
lado para o outro a todo momento.
Decidi puxar assunto e disse a
ele:
– Estou indo embora porque
aconteceu uma desgraça em minha vida.
Ele apenas respondeu:
– Lamento.
Eu achei aquilo muito educado,
por sinal, e, como não sou nada bobo, aproveitei a oportunidade que ele me deu
e comecei a desabafar:
– Sabe, tem coisas em nossas
vidas que nunca poderíamos imaginar. Acreditamos, apostamos – e elas
simplesmente nos dão uma apunhalada pelas costas, e isso, sem dúvida, nos fere
e muito. Eu já chorei, não vou negar, mas agora não choro mais. Vou dar valor a
quem gosta de mim de verdade.
Quando me dei conta, o trem dele
já estava chegando e ele apenas disse:
– Tchau, caro amigo!
Na verdade, nem o nome do rapaz
eu perguntei. Mas senti uma afinidade imensa com ele. E o que eu precisava
naquele momento era contar os meus problemas para alguém e ele me disse tudo
através daquele silêncio.
Lembrarei dele eternamente.
Thaynã Rodrigues Lopes, 8ª série, 2009
Orientação: Professora Adriana.
Este texto teve por motivação a obra "Breaking Home Ties", de Norman Rockwell.
2009 - Rompendo as amarras do lar, de Jéssica de Oliveira Souza
Rompendo as amarras do lar
Em um dia de inverno, um homem
estava sentado no banco de uma estação ferroviária, esperando o seu trem
passar. E ao seu lado sentou um menino jovem, que parecia estar ansioso. O
senhor puxou o assunto:
–
Está indo para onde? – disse o senhor com a cabeça baixa.
–
Para Londres!
–
Mas o trem para Londres só sai às 22h35min! – disse olhando para o relógio.
O velho pegou um cigarro e um
fósforo e ligou uma velha lamparina. O menino se virando para o trilho, disse:
–
Verdade! É que eu estou muito ansioso!
–
Por quê? – disse o velho franzindo a testa.
–
Eu vou reencontrar a minha família, que não vejo há dois anos.
–
Nossa! Isso tudo por quê?
–
Porque eles saíram do interior da Inglaterra e fiquei com a minha avó. Só que
agora ela faleceu e vou atrás da minha família, para eles cuidarem dos papéis.
–
Quantos anos ela tinha? Mas sua família já sabe?
–
Acho que ela tinha 93 anos! Não, nem sei como contar...
–
É muito difícil contar isso...
Enquanto
o velho apagava o cigarro e o menino colocava a jaqueta, o trem encostou atrás
deles:
–
Tchau. – disse o velho.
–
Você não vai entrar? Não é esse o seu trem?
–
Não. É só o seu. Vai com Deus e seja feliz. E se cair, levante a cabeça e siga
em frente. Mesmo que não tenha luz, caminhe até encontrá-la!
– Digo
o mesmo para você!
Nisso
o trem foi andando e o menino saiu na porta e gritou:
– Qual
seu nome? Como posso encontrá-lo?
O
velho já estava longe e não escutou, e o menino entrou desconsolado seguindo o seu
caminho...
Jéssica de
Oliveira Souza, 8ª série, 2009.
Orientação:
Professora Adriana
Este trabalho consistiu em se escrever um texto a partir da obra "Breaking Home Ties", de Norman Rockwell.
2009 - Rompendo as amarras do lar, por Alana Vitória
Norman
Rockwell nasceu em Nova Iorque, a 3 de fevereiro de 1894. Foi um importante
pintor e ilustrador. Rockwell era muito popular nos Estados
Unidos, especialmente em razão das 323 capas da revista The Saturday Evening Post, que realizou durante mais de quatro décadas,
e das ilustrações de cenas da vida estadunidense nas pequenas cidades.
A
professora Adriana (Artes) propôs que fosse produzido um texto partindo da obra
“Breaking Home Ties” (1954), de
Norman Rockwell.
Aqui lemos um poema produzido pela estudante Alana Vitória:
Por tanto tempo estive em um
lugar
Que agora que tenho que
deixá-lo
Não sei se vou chorar
Será que cumpri minha missão?
Ao menos o coração sai
satisfeito.
Quantas coisas ficam para
trás.
Memórias que não voltam mais
Às vezes queria parar o tempo
Congelando este momento
Para sempre
Às vezes quero que passe mais
rápido
Para que eu não sinta tanta
dor
Mas o relógio marca as horas
De acordo com o que ele
deseja
Daqui para frente tenho que
seguir só
Sei que consigo, foi o que
decidi
Eu tento esquecer e me
convencer
Que vai ser melhor pra mim
Mas será que vou levar algo
comigo?
Ao menos um amigo, um
sorriso,
Um brilho no olhar, risadas,
micos, palhaçadas
Ou nada?
Isso só vou descobrir
Depois que partir
Tenho medo do desconhecido
Mas ganharei novos amigos
Medos enfrentarei, me
superarei,
Mas uma vez.
Acabei me acostumando
E não vi o tempo passando
Agora rompo as amarras do lar
Parto aqui,
Mas sei que fica um pedaço de
mim.
Alana Vitória Lacerda Cerqueira, 8ª série, 2009
Orientação: Professora
Adriana
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