terça-feira, 11 de junho de 2013

2012 - Afinal, poemas! (p. 3) - Sua Hora, de Leonardo Henrique Braz Okubo

SUA HORA


       Como se você não quisesse mais a vida, você foi se suicidando aos poucos, até que chegou a sua hora.
       Juro que chamei seu nome, mas você não me escutou.
       Juro que orei para você voltar, mas você voltou a se calar.
       Juro que tentei reanimá-lo, enquanto eu ouvia seu coração pulsar, mas eu não consegui ver resultado.
       Mas eu estava ali, com você em meus braços...
       Chorar, gritar e orar não eram a solução, pois você já tinha cumprido sua missão...


Leonardo Henrique Braz Okubo





2012 - Afinal, poemas! (p. 2) - Ao Guilherme, de Elaine Valeria



AO GUILHERME

Enquanto tu pensas em vida
Em como será tua morte,
Observa da maneira devida
Como tu tens sorte!

Tens saúde, tens alegria;
Tens amigos e, às vezes, amor.
Tens também algumas dúvidas
E, talvez, algum dissabor.

Mas isso é a vida, querido:
Sonhar e sofrer na derme
Tudo o que a vida te traz.

Antes do dia desvalido,
Aproveita da vida, Guilherme,
Tudo o que for capaz!



Elaine Valeria



2012 - Afinal, poemas! (p.1) - Minha Morte, de Guilherme Avelar Silva

MINHA MORTE


     Eu realmente já parei para pensar sobre a minha morte. Mas nos meus pensamentos, nunca vi eu mesmo me “suicidando”. Já pensei que seria por amor, uma dor tão forte, que não a suportaria.

Acho que minha morte vai ser fria, sem sentido algum. Acho que muitas pessoas vão lembrar de mim pelo o que eu sou: alegre, brincalhão, “bipolar”, como dizem os meus amigos, nunca de mal com a vida.

A morte de quem eu amo é o que mais me incomoda. Não me imagino perdendo pessoas próximas a mim. Isso seria um caos; aquela real dor que eu temo.

Não acho que simplesmente acaba meu tempo de vida e que assim seja. Deve ter um motivo, por exemplo: venho à vida, tenho uma missão, a cumpro e aí vem a morte. Bom... quem é que sabe?

Mas gostaria de me aprofundar nisso.

Enfim, que venham os segredos da tão temida morte!


                                                   Guilherme Avelar Silva



Vá para a página 2:

2012 - Afinal, poemas! - Apresentação

APRESENTAÇÃO


Este livro inteiro foi ideia do Guilherme.

Num dos encontros do Grupo de Estudos, sugeri aos estudantes que escrevessem sobre o tema "morte".

Guilherme disse que iria escrever sobre a própria morte. Isto me intrigou e resolvi escrever uma "resposta" ao texto dele. Penso que os demais sentiram-se estimulados a escrever também sobre o assunto.

Terminadas as produções, o grupo organizou-se em roda para uma leitura compartilhada.

Guilherme teve a ideia, então, de filmar os colegas lendo seus próprios textos.

Alguns não quiseram ser filmados. Outros quiseram ler textos sobre outros temas.

Enfim, o resultado está aí: uma pequena mostra do que somos capazes de produzir!


Professora Elaine Valeria
Projeto Grupo de Estudos 2012






2013 - Visita à Pinacoteca do Estado

A Parada Pedagógica é um momento necessário aos profissionais de Educação.

Em geral, nesses dias, discute-se a prática pedagógica e tem-se momentos de formação.

Neste dia 07 de junho de 2013, nossa formação deu-se na Pinacoteca do Estado de São Paulo.



Lá pudemos conhecer um pouco da história do prédio, de sua arquitetura, de suas reformas e de suas escolhas estéticas para acolher o acervo da Pinacoteca.



Depois, visitamos parte do acervo permanente, para termos uma ideia de como iniciou-se a produção artística genuinamente brasileira.

Confira mais fotos aqui:


sábado, 8 de junho de 2013

2010 - III Encontro de Ex-Alunos

III Encontro de Ex-Alunos, realizado em 2010.




Veja mais fotos aqui:
https://plus.google.com/u/0/photos/116374809263244748477/albums/5887232134850728529



2013 - 10 maneiras de ajudar na alfabetização de seu filho

René Exume (Haiti). Mãe e Filho Lendo (1950).



No dia 05 de junho, durante a Reunião de Pais e Mestres, foi discutido o seguinte texto:

Contar histórias, deixar bilhetinhos na geladeira e fazer listas de compras em voz alta são apenas algumas ações que ajudam na alfabetização das crianças.

Você sabia que os pais também podem ajudar na alfabetização de seus filhos? Não se trata de ter de ensinar a criança a ler e escrever. Você pode tornar o ambiente de convivência da criança repleto de atos de leitura e escrita, em suma, deixar o ambiente doméstico mais alfabetizador. Isso acontece quando, por exemplo, a mãe deixa bilhetinhos na porta da geladeira, apontando a finalidade do ato para a criança. Ou quando, antes de começar um novo jogo, ela propõe ao filho que eles leiam as regras juntos. Quando a criança é inserida nessas atividades rotineiras, ela acaba percebendo a função real da escrita e da leitura e como são importantes para a nossa vida.

10 MANEIRAS DE AJUDAR NA ALFABETIZAÇÃO DE SEU FILHO

01) Deixar bilhetes ou escrever cartas
02) Preparar receitas culinárias na presença da criança
03) Ler histórias
04) Ser um modelo de leitor
05) Explorar rótulos de embalagens
06) Fazer listas de compras com seu filho
07) Aproveitar as situações da rua
08) Montar uma agenda telefônica
09) Apontar outros materiais escritos
10) Respeitar o ritmo da criança


terça-feira, 28 de maio de 2013

2006 - Pretinho, meu boneco querido

A professora Silvana realizou com os sétimos anos (6ª série) a montagem da peça "Pretinho, meu boneco querido", baseada na obra de Maria Cristina Furtado.









Elenco:

Narradora: Ana Paula
Nininha: Laila
Mãe de Nininha: Miriã
Pretinho: Jackson
Boneca Zuzu: Elizia
Boneco Zulu: Carlos
Boneca de Pano: Letícia
Boneco Malaquias: Marco Aurélio
Boneca Fafá: Noemi
Boneco Malandrinho: André
Cleonilda: Mirlla

Parabéns a todos! A peça foi ótima!




segunda-feira, 27 de maio de 2013

sábado, 25 de maio de 2013

2011 - Perco o sono, sonhando acordado, por Bruno Galindo

Perco o sono, sonhando acordado
Perco-me no vão deixado por mim esta noite

Deixo-me levar por meus pensamentos
E nele só encontro algo

Sem querer, perco-me pensando em tudo
E ao mesmo tempo em nada

Imagino o difícil,
Que sei, é improvável:

Tentando procurar palavras,
Só encontro o vazio.


Bruno Galindo, 9º ano (8ª série), 2011.

2010 - O fantasma da máscara, de Victor Louis Stutz



O livro "O Fantasma da Máscara" é um livro muito legal, porque no começo e no meio tem bastante suspense e, no final, é muito engraçado.

Esse livro também ensina como fazer uma peça de teatro em casa ou na escola. O livro mostra que não precisa de figurinos sofisticados, iluminações caras... é só pegar roupas, objetos antigos e usar a imaginação!

A coleção "Escola em cena" fala que montar um teatro é fácil e muito divertido.

O livro conta a história de um menino, o Zeca, que compra para a irmã de presente de aniversário uma gaiola e um livro de um maestro que adorava ópera. E a irmã desse menino, a Belinha, abre o livro e lê tudo a respeito desse maestro Oliviê - e começa uma confusão mas, no final, tudo fica bem.

E eu gostei mais do final, porque é muito engraçado!


Débora Mimória Chagas, 5º ano (4ª série), 2010.


2010 - O pequeno mundo onde eu vivo, de Rayllon Mendes

Quando penso no lugar onde eu vivo, logo penso em São Paulo, a maior cidade da América do Sul. Tão grande e tão bela. Mas se for analisar, eu não vivo em São Paulo, mas sim no meu bairro, já que mesmo morando em São Paulo desde que nasci, não posso afirmar que conheço minha cidade por completo.

Mas meu bairro já é outra história. Meu bairro é um lugar bem povoado, animado, movimentado... Espera aí! Eu também não vivo no meu bairro, já que não falo com ninguém de lá e mal tenho amigos (na verdade, tenho um e meio, já que o segundo é uma criancinha) e não passeio muito por ele.

Então, eu vivo na minha casa! É claro, já que é o lugar onde mais fico (mesmo fazendo só três anos que moro lá). É o lugar onde mais gosto de estar, onde durmo e brinco...

Mas novamente paro e reflito. Na realidade, eu vivo no meu quarto, o lugar onde tudo sobre mim acontece, onde guardo meus segredos mais sombrios, onde faço minhas viagens imaginárias e mergulho profundamente nos meus pensamentos loucos. Sim! O meu quarto é o lugar onde eu realmente vivo. É o meu mundo, o lugar onde leio, estudo, ouço música e até, de certa forma, conheço São Paulo. Não de uma forma real e direta, mas sim, de uma forma virtual, pois já perdi a conta do número de vezes em que fiquei horas na frente do computador pesquisando não só sobre São Paulo, mas também sobre o mundo todo, ou seja, eu "conheço" o mundo.

Um dia, espero sair desse pequeno mundo onde somente eu vivo, que é o meu quarto e possa conhecer verdadeiramente o mundo.


Rayllon R. Mendes, 9º ano (8ª série), 2010.


2008 - O que é o ser humano?, por Lilia Agostinho de Oliveira

O ser humano pode ser bondoso
Mas insiste em ser ganancioso
Pode ser generoso
Mas prefere ser orgulhoso.

Ele pode melhorar
Mas opta por piorar
Prefere matar
Em vez de salvar

Às vezes, o ser humano deveria sumir
Mas o que seria desse mundo sem ele por aqui?
Nenhum ser humano é perfeito
Porque cada um tem seu defeito.

Pensamos que o ser humano só tem defeito
Como lutas, guerras e o preconceito.
Mas o ser humano tem bondade
Como a virtude e a coragem.



Lilia Agostinho de Oliveira, 7º ano (6ª série), 2008

2008 - Poesia, de Gabriela Barbosa

Poesia é como
Você sonhar em estar
Perto do seu amor
Seja homem ou mulher
Adulto ou criança
Seja ele quem for.

Poesia é deixar as palavras te levarem
Para um mundo imaginário
Onde você se diverte
E tudo vira ao contrário

Poesia é se fazer
Poeta, amador
É mostrar seus sentimentos
Coragem, amizade, amor

Enfim, a poesia te leva
pra todos e pra nenhum lugar ao mesmo tempo.
Você não viaja em corpo:
só no pensamento.



Gabriela Barbosa, 7º ano (6ª série), 2008

2011 - Estrelas Tortas, de Walcyr Carrasco



Na minha opinião, a mensagem da obra é não desistir dos sonhos, pois Marcella não desistiu e foi até o final - e a vida dela não era fácil!

Ela gostava muito de esportes, era uma garota alegre. Depois do acidente, dificultou a vida da família inteira. Seus pais tiveram perda total do automóvel; começaram a trabalhar de segunda à segunda para fazer uma casa adaptada e comprar uma perua para melhorar o seu transporte. Sua vó e seu irmão mais novo cuidaram dela e ela ficava o dia inteiro lendo com sua amiga (ex-inimiga).

Quando voltou à escola, teve que enfrentar um monte de problemas: a crítica por ser cadeirante e, ainda por cima, ver o menino de quem ela gostava "ficando" com outra menina, mesmo sabendo-se que, quando Marcella estava "boa", eles estavam "ficando".

Mas mesmo com essas dificuldades, ela deu a volta por cima e, hoje, (a história é realmente verdadeira), faz faculdade, é casada e adotou uma criança e cuida muito bem dela, assim como qualquer outra mãe cuidaria da filha.

E então, esta é a lição dessa história, que se vocês lerem, não esquecerão: passar por todos os obstáculos em nossa vida, pois eles não vão se remover sozinhos. A vida é difícil, mas se não lutarmos por nossos sonhos, ninguém lutará por nós.


Thaís Cristina Pereira Lagroteria, 8º ano (7ª série), 2011.


2012 - A liberdade dos sonhos, de Ialê Pires de Moraes

Quando fecho os olhos,
Os abro mais ainda,
Pois estou construindo um mundo novo
Na minha mente.
E faço isso através dos sonhos.

Sonho que minha mãe é como uma rainha;
Sonho que meu pai é como um rei;
Sonho que eu sou milionária.
Sonho que o mundo que sonho é real.

O sonho nos traz liberdade,
Pois nele podemos ser como quisermos.
Podemos deixar o mundo com o sal e a pimenta
A gosto!

A única coisa que devemos temer nos sonhos
É que virem um pesadelo.
Mas isso só acontecerá
Se você parar de sonhar!



Ialê Pires de Moraes, 9º ano (8ª série), 2012.

2012 - Saudade, de Hellen Mikaella

Sinto saudade.
Do quê? Eu não sei.
É como se houvesse um vazio dentro de mim,
Como se estivesse faltando alguma coisa.
Não sei dizer exatamente o quê ou quem,
Mas dói.
Essa angústia parece não ter fim.
Mas eu tenho fé; sei que isso vai acabar.
Sei que vou encontrar a minha felicidade,
Um motivo para sorrir de novo.



Hellen Mikaella, 9º ano (8ª série), 2012.

2011 - Crepúsculo, de Stephenie Meyer





Na minha opinião, a mensagem da obra é que temos que lutar muito para conquistar o que queremos, mesmo com obstáculos em nosso caminho, como fez Bella: enfrentou o fato de Edward ser um vampiro e, apesar do perigo que corria, mesmo assim não desistiu de ficar junto dele.

Eu aprendi que o amor não tem medidas e que sempre há coisas novas acontecendo em nossa vida.

Eu gostei muito desta história porque ela mistura amor com vampiros. Ela fervilha com a atração das paixões proibidas e sobrenaturais. Mistura suspense e romance. Esta é uma história que não dá para largar antes do fim pois quando a lemos, sentimos a emoção da história, como se estivéssemos vivendo o fato.

"De três coisas eu estava convicta.
Primeira, Edward era um vampiro.
Segunda, havia uma parte dele e eu não sabia que poder essa parte teria - que tinha sede do meu sangue.
E terceira, eu estava incondicionalmente e irrevogavelmente apaixonada por ele."

Essa foi uma das falas de Bella, uma frase comovente, que prova o seu amor por Edward - um rapaz muito bonito, que foi mordido pelo seu pai para extrair sua doença, que quase o matou. Sua família era toda de vampiros.

Eles frequentavam a escola normalmente mas, quando fazia sol, eles não iam para a escola. Por acaso, Bella foi parar na sala de Edward. Ele começou a se afastar dela. Depois, a se aproximar. Salvou sua vida e foi aí que "se conheceram".

Daí em diante, passaram a namorar. Bella vai à casa de Edward e conhece seus pais. Depois desse dia, Bella corre perigo. Ela é perseguida e ameaçada de morte várias vezes.

Mas, no final, acaba tudo bem. Se quer saber mais sobre a história, é só ler. É muito legal; você não vai se arrepender.

"Crepúsculo" já está recomendado!


Thaís Cristina Pereira Lagroteria, 8º ano (7ª série), 2011.


2010 - A Aventura do Teatro, de Maria Clara Machado

          



          O livro fala de como o teatro funciona, e que o teatro não é só decorar um texto e pronto. Ele fala também que os atores e atrizes têm que ter muito preparo para fazer teatro, tem que ter atitude e muita dedicação. Ele fala que quando estamos fazendo um espetáculo, temos que ter a expressão boa, para que as pessoas que estão vendo a peça entendam o que queremos passar. Os atores e atrizes usavam máscaras para ilustrar as expressões no teatro antigo.
          Para se fazer um peça de teatro, é preciso de uma história, alguns atores e um palco. O palco pode ser como aqueles que a gente vê na TV, um lugar bem grande e com cortinas que abrem antes do espetáculo acontecer; ou até mesmo um lugar grande onde possa ter espaço para se realizar uma peça de teatro. Para se fazer uma peça de teatro, o diretor escolhe os atores e distribui as falas e o roteiro, para que os atores possam estudar e ensaiar a forma de se comportar no palco ou até mesmo entrar em seu papel.
          O livro explica como e onde se faz uma peça de teatro e explica também a forma que os atores tem que se preparar, tanto na expressão do rosto quanto na fala e na expressão do corpo, para que o espetáculo pareça muito natural. Fala também da colocação dos atores no palco, da iluminação, da música, e até de como fazer a propaganda da peça.

Maristela Aguiar Santana, 5º ano (4ª série), 2010.



2010 - Aprendendo a viver!, de Débora Flores Toledo

Adolescência:
A idade da euforia!
Sempre queremos
Fazer de tudo um pouco,
Mas sempre há
Um adulto chato
Para nos impedir.

Por que não posso
Fazer o que quero?
Afinal, já sei tomar
Decisões sozinha!
Por que não posso
Cuidar da minha
Própria vida?

Mas, lá na frente,
Quando virar
Um daqueles adultos chatões,
Vou dizer:
"Obrigada, mãe",
"Obrigada, pai",
Por me fazerem ser
A pessoa que sou!



Débora Flores Toledo, 9º ano (8ª série), 2010.